Terça-feira, 28 de Abril de 2009

Uma sugestão interessante

 

 

Comprei este livro à Rita, a minha filhota mais crescida (7 anos).

Acho que é bem interessante, além de bonito. Parece-me uma forma engraçada de aproximar as crianças da Arte, de lhes mostrar um pouco esse mundo de beleza... Tem curiosidades engraçadas sobre alguns dos pintores mais famosos, sobre alguns dos quadros mais conhecidos... Ela anda a lê-lo e está a gostar. Eu também o vou folheando, hehe, e também acho que está bem feito.

Se não me engano, há mais dois desta colecção...

Vale a pena.

publicado por Sara V. às 15:01

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Sábado, 24 de Maio de 2008

Mais livritos...

Há muito tempo que não vos falava de livros... Pois é.

Fui fazendo algumas adições à minha biblioteca de Arte, até porque celebrei mais um ano de vida e, portanto, há sempre uns presentinhos que nos oferecem ou que nos oferecemos a nós próprios (e com os descontos da Feira ainda melhor)...

 

 

Bacon, um pincel simplesmente colossal, de uma intensidade que arrepia!

 

Gosto, especialmente, das cores...

 

 

Um visionário naturalista, ambientalista. Muito interessante o "discurso nu", a teoria do bolor e do humus...

 

Curioso, o "rei do quadrado negro", embora aprecie muito mais as suas pinturas que nada têm a ver com o género que o imortalizou, assim como a da capa...

 

   

Estes, apesar de baratos, já não são uma pechincha... Enfim... E estes são do estilo "aprenda você mesmo". Comprei porque focam alguns aspectos "básicos" e mais difíceis de captar

 

 

publicado por Sara V. às 16:37

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Sábado, 7 de Julho de 2007

Vanguarda - para além de...

"Duas mulheres correndo na praia", de Picasso (para lá das vanguardas)

"Equilibrista da bola", de Picasso (para lá das vanguardas)

Pormenor de "As meninas de Avinhão", de Picasso (cubismo)

“Vanguarda”, segundo os historiadores é uma forma precisa de conceber e praticar a actividade artística.

Essa, é uma característica de uma grande parte da obra do século XX e dá primazia à abordagem revolucionária, renunciando a  “tradição” como referência obrigatória.

"A Aluna", de Sironi (para lá das vanguardas)

"A maternidade", de Severini (para lá das vanguardas)

"O esclavagista branco", de G. Gorsz (para lá das vanguardas)

Cronologicamente falando, é possível fazer a distinção entre a vanguarda histórica, situada nos três primeiros decénios do século (e formada pelo expressionismo, cubismo, futurismo, abstraccionismo, dadaísmo , construtivismo e surrealismo) e uma nova  vanguarda, que, no segundo pós guerra tenta renovar o seu valor pro-positivismo (arte conceptual, minimalismo, arte pobre, etc.).

"Noctívagos", de Hopper (para lá das vanguardas)

 

"Estudo a partir do retrato do Papa Inocêncio X de Velázquez ", de F . Bacon (informalismo)

"Número 32", de J. Pollock (informalismo)

“Vanguarda” é uma expressão que também pode ser utilizada para referir grupos de artistas que se encontram adiantados em relação ao seu tempo, que pronunciam o futuro e que antecipam sobre tendências posteriores.

"Visões Simultâneas", de Boccioni (futurismo)

"Formas Circulares Sol nº.2 ", de Delaunay (abstraccionismo)

"A persistência da memória", de S. Dalí (surrealismo)

 

"Lata de sopa Campbell ", de Andy Wharhol (pop art )

sinto-me: moderna
publicado por Sara V. às 14:39

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Sexta-feira, 6 de Julho de 2007

Expressionismo, o "avesso"

"Auto-retrato com modelo", de Kirchner

O Expressionismo corresponde a uma tendência artística da primeira metade do século XX, que realça a experiência subjectiva.

 Tem como marca  cores e formas expressivas (não realistas) e uma pincelada superficial que nega a perspectiva tridimensional.

 Tratou-se de uma renovação radical da psicologia humanas.

Historicamente, o expressionismo teve o seu berço e propagou-se nos países de língua alemã entre 1900 e 1910, e rapidamente envolveu  outras nações do Ocidente europeu.

"Rapariga sentada", de Shiele

 

O Expressionismo reflecte, à priori, a crise de valores que a Europa do capitalismo teve de enfrentar.

 

"A filha do povo ", de Modigliani

O sentimento da “perda da tradição”notou-se imediatamente no plano da linguagem. Especialmente, nas artes figurativas, a vanguarda propôs-se a recuperar as linguagens “primitivas”, achando-as mais eficazes para a expressão directa do mal-estar comum.

"Mulher sentada a um espelho", de Kirchner

A arte expressionista entregou-se, então, a uma profunda incongruência: a que existe entre o significante utilizado e o conteúdo expresso.

A imagem foi simplificada, deformada, brutalizada, chegando a remeter-se para modelos arcaicos ou infantis, mas sempre “regressivos”. Por outro lado, a temática abrangida foi a da actualidade, afinal o seu objectivo último era “apontar o dedo” à civilização moderna e à  burguesia.

Jeanne Hebutemet co chapéu", de Modigliani

Já que para os expressionistas a imagem pictórica era por si mesmo estática, baseavam-se numa questão fulcral: ” sendo assim, essa alguma vez poderá chegar a representar o movimento imparável que nos rodeia?”. Por oposição, estes artistas seguiram

 a cor violenta e a linha quebrada.

No fundo, eles não negaram as formas do mundo exterior, mas a subversão dos princípios harmónicos da arte. A linguagem não desapareceu, inverteu-se

 

Marcella ", de Kirchner

Digamos que a segunda fase da vanguarda expressionista foi representada pela formação russo-bávora . Com estes pintores o subjectivismo anárquico transformou-se em dimensão lírica da cor, os temas sociais “modernos” foram substituídos pela nostálgica reconquista da pureza da natureza, ou pela emoção livre da superfície abstracta.

Assim, este movimento abriu-se a evoluções que foram muito além do primeiro grupo e de um certo momento histórico.

 

"Modelo junto a cadeirão de vime", de Munch

Sconberg levou a cabo,  a partira de 1912, uma desestruturação das normas da tonalidade,  e assim confirmou o carácter único de uma experiência que se revelou insubstituível para a cultura do século XX.

sinto-me: cansada
publicado por Sara V. às 05:39

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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

Mais obras do Simbolismo

 "Gólgota", de Munch

 "Angústia" (ou "Ansiedade"), de Munch

 

  

 

 "Campo de trigo com corvos", de Van Gogh

sinto-me: a mostrar "fortunas"
publicado por Sara V. às 17:27

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Simbolismo, mais um passo em frente

"O Cristo Amarelo", de Gauguin

Simbolismo é a tendência expressiva que, na Europa, domina os anos 80 e 90 do século XIX.  Uma corrente artística empenhada em fazer da realidade não visível o mundo da fantasia, dos pensamentos, dos sonhos e da visão, o conteúdo das suas obras.

Exprime uma condição específica do gosto que pretende afirmar nas artes em geral como reacção ao naturalismo, uma acentuada visão do mundo voltada para o conhecimento e a valorização da realidade interior, isto é, uma realidade que se presta mais à evocação do que à descrição.

"De onde Vimos? O que Somos? Para onde Vamos?", de Gauguin

Como disse R. Barili, no simbolismo é possível descobrir-se “uma alma bipolar”, já que este oscila entre o naturalismo e o espiritualismo, entre o que científico e o que é teológico.

Todavia, a dimensão física não se finda, e imprime a sua marca às zonas mais escondidas do espírito, através de um linearismo imprevisível, que descarna totalmente o dado natural,navegando por toda a sua ulterioridade possível, sem conseguir contudo superá-lo.

Para os simbolistas, o tempo estende-se infinitamente, e um linearismo vital, dinâmico, fortemente psíquico reduz a visão do mundo articulada e anedótica a um jogo bidimensional queprivilegia a essência das coisas e conduz ao número.

"Que novidades há?", de Gauguin

Trata-se de uma pintura heterónoma, que se servede motivos religiosos, filosóficos e místicos (atentem no exemplo de Gauguin), para construir uma realidade pictórica, e que nunca alcança a autonomia da cor e da forma – embora plante as bases das novas linguagens que, no futuro, se irão desenvolver pelas vanguardas do século XX.

O repertório linear dos simbolistas, tão enérgico, é adequado para representar iconicamente a vida moderna.

sinto-me: muito colorida
publicado por Sara V. às 17:20

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Quarta-feira, 4 de Julho de 2007

Curiosidade sobre a obra de Seurat

"Domingo à tarde na Ile de la Grande Jatte", de Seurat

 

Para quem não sabe, este quadro de Seurat é constituído por minúsculos pontinhos. É verdade, todo ele é pontilhado. Demorou mais de um ano a ser pintado - imaginem a trabalheira! Aliás, diz-se que foi um trabalho físico tão árduo que seria difícil de realizar não fosse o pintor um jovem homem.

A única figura que nos olha de frente, a menina de branco que está bem no centro do quadro, é também a única cuja sombra e luz não foi pontilhada, por forma a sobressair das restantes.

É inacreditável que esta que é hoje considerada a grande obra-prima da técnica "divisionista" - que permite que o artista obtenha uma composição em que, à exaltação da luminosidade, se reunam também valores construtivos e formais que não existiam nos quadros impressionistas da época - não tenha sido bem aceite pelo público na altura, que até criticou o facto da mesma não ter a proporção entre as diversas figuras "correcta" (pintada da forma tradicional). 

Ao olhar do observador é confiada depois a tarefa de fazer a síntese final. Ou seja, este é um quadro que se visualiza de uma forma ao perto (em que todo ele são pontinhos coloridos e pouco demarcados) e de outra ao longe (onde ganha contorno e definição, até o vermos como aqui o reproduzi). Soberbo, não acham?!

sinto-me: 100% fascinada...
publicado por Sara V. às 19:33

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Obras do período impressionista

 "A banheira", de Degas

 "Bailarinas", de Degas

 

 "Os guarda-chuvas", de Renoir

 

 "Ponte Japonesa", de C. Monet

sinto-me: apreciando o "belo"...
publicado por Sara V. às 19:00

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Impressionismo, um marco

 

"O baile de Moulin de la Galette", de Renoir

Oficialmente, o impressionismo “viu a luz do dia, na década de 60 do século XIX, ” em Paris. Tendo os seus pilares no naturalismo e sendo continuadora do realismo de Courbet , a pintura impressionista modificou drasticamente a estrutura artística tradicional.

 

Revolucionou nos seus princípios basilares a forma de exprimir a realidade visível, afastando-a da representação fiel da natureza para reproduzir  a  verdade perceptiva e sensível.

O impressionismo trouxe, assim, um novo modo de ver a natureza e o mundo exterior , bem como também inovou quanto à forma  de os reproduzir na tela com um imediatismo quer temporal quer sensível.

 

"Banho em Asnières", de Seurat

 

Este grupo de artistas pretende, pois, captar o instante de uma realidade em constante movimento e que, a cada mutação da luz, muda de aspecto e de verdade.

Neste contexto, parece já não fazer sentido o tema escolhido, o que é relevante é o modo como é captado pelo artista naquele preciso momento de luz, e como tal reproduzido na obra.

Experimentaram igualmente profundas inovações técnicas, em busca de novos processos que possam reproduzir melhor a complexidade dos fenómenos naturais da visão e, em particular, a luz solar e as suas infinitas vibrações e refracções, já que a sua finalidade era traduzir pictoricamente a realidade mutável. Então, saíram dos ateliers e pintaram sur le motif , ao ar livre, em harmonia com a natureza.

 

"Mulher olhando para a esquerda", de Monet 

Foram os impressionistas quem primeiro se apercebeu de que a luz solar não é um elemento homogéneo e compacto mas sim construída por uma série de puros valores cromáticos.

Assim, dão “asas” à decomposição das cores, fixando-as directamente na tela, tal como saem do tubo, fragmentando os tons e as pinceladas por forma a obterem melhores vibrações luminosas.

 

 E não se ficaram por aí... Descobriram , ainda, que a sombra não representa ausência de cor, que não é uniformemente escura, e que tem uma intensidade cromática diferente, com matrizes lilases. Este facto levou-os a excluir o preto como não cor. Passaram a utilizá-lo  pela sua qualidade cromática autónoma.

 Acabaram com o claro-escuro, técnica o mais possível académica, afinal acreditavam que “só à cor é confiada a tarefa de definir o espaço e as fronteiras entre as imagens”. As imagens deixaram de ser delimitadas pela linha de contorno.

Utilizam, particularmente, uma técnica pictórica diluída e cores mais claras.

 

"Cavalos em Longchamp", de Degas

A expressão mais forte do impressionismo é, decididamente, a pintura de paisagem. Contudo, podemos constatar  que a atenção dos artistas também se centra muito nos temas da vida  quotidiana e citadina, do qual o trabalho de Degas é um excelente exemplo, com suas lavadeiras, engomadeiras, bailarinas absorvidas pelos ensaios... Cézanne acrescentou-lhe, contudo, a análise do aspecto interior, da essência.

 

 

"As grandes banhistas", de Cézanne

sinto-me: a precisar de um cafézito
publicado por Sara V. às 17:39

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Outras obras do Realismo

 

"As respigadeiras", de Jean-François Millet

 

 "A Ponte de Mantes", de J.-B.-C. Corot

 

"Retrato da mãe do autor", de Whistler

 

publicado por Sara V. às 15:07

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Realismo de oitocentos

 

"O Angelus", de Jean-François Millet

Entre 1830 e 1870, atravessou a cultura francesa  uma corrente que se juntou inseparavelmente aos acontecimentos sociais e políticos, à excitação científica, a hábitos e moral renovados.

O realismo ganhou autonomia relativamente às anteriores formas de arte que assentavam em verosimilhanças e surgiu como um movimento historicamente distinto.

Pode dizer-se que a  principal característica do movimento realista reside no interesse pelo mundo contemporâneo. Para estes artistas, o único processo de dar forma a uma necessidade expressiva autêntica é obsevar a realidade em que se inserem e reproduzi-la honestamente.

Neste movimento são novidade as teorias perceptivas, os interesses sociais e da concepção da História.

Assim, nesse contexto, podemos ver como é aqui que começam a aparecer as pessoas vulgares entregues às suas actividades diárias, a paisagem urbana, a província rural.

De uma certa perspectiva, desenhou-se o activo compromisso político de um artista como Honoré Daumier que lutava contra a monarquia publicando imagens por si criadas e utilizando para tal a litografia como principal meio de expressão.

Por outro lado, promovida por um grupo de artistas que (em épocas diferentes mas principalmente em 1849) se juntaram em Barbizan, deu-se a fuga à realidade urbana e ao compromisso político que lhe estava associado. Estes teorizaram uma pintura de paisagem em “plein air” e procuraram o contacto com a natureza morta, analisando as suas manifestações.

Rosseau foi um dos mais ilustres dessa escola.

De salientar que tal, também só foi possível porque surgiram as primeiras bisnagas de zinco, que permitiam aos artistas levar para toda a parte pequenas porções de tintas variadas.

Interessaram-se pelo factor da decomposição da luz, nos seus quadros o ar transforma-se num suave véu, a luz numa substância atmosférica que completa todo o espaço pictórico. Com o seu traço solto, distanciaram-se do estilo pictórico liso, adoptado do Classicismo e na época ainda obrigatório nas academias.

Com Jean-François Millet, a pintura é transportada para a autenticidade da vida do homem vulgar.

A adesão de Courbet à vertente ideológica-política do movimento é total e a sua participação no debate crítico de que nascerá a poética realista é de grande importância; a sua pintura tende a reproduzir factos materiais num estilo que não agrada à sensibilidade do público conformista da época.

Em 1867, a 2ª Exposição Universal de Paris é inaugurada num clima muito diferente. Courbet preparou novamente um pavilhão pessoal (como havia feito na primeira), mas já não estava só, muitos o seguiram, como o jovem Manet.

Fora da França o realismo não revelou características tão autênticas e significativas.

"Enterro em Ormans", de Courbet

 

 O realismo mostra uma cultura que esgrime a aceitação de uma herança romântica irrenunciável e a necessidade de a superar.

É estranho mas o realismo tem a sua consagração no momento em que o refluxo reaccionário, que se segue à derrota da revolução republicana e ao golpe de Estado de 1851, alcança o auge.

publicado por Sara V. às 14:56

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"A Gioconda" - Ele ou ela?

 "A Gioconda", de Leonardo da Vinci

 

Há uns tempos, vi uma reportagem sobre a pintura de Leonardo da Vinci e achei muito curioso quando mencionaram o facto de que um dos quadros mais famosos de sempre, "A Gioconda", ou seja a Mona Lisa, não corresponde seguramente a uma mulher. A verdade é que ao certo, ao certo, não se sabe se "ela" é mesmo uma ela ou se é um ele, porque o pintor pintava as pessoas de modo muito andrógeno. Pode bem ser que aquele sorriso enigmático pertença a um jovem um pouco efiminado...

Estamos sempre a aprender!

sinto-me: a percorrer outros caminhos
publicado por Sara V. às 14:45

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Segunda-feira, 2 de Julho de 2007

Munch, fantastique

Munch, dos meus pintores favoritos. Espantoso pintar assim no início do século passado! Fantastique! Absolutment!

 

 "O grito" 

 "A noite da rua Karl-Johann"

 

sinto-me:
publicado por Sara V. às 06:58

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Modigliani, no seu melhor...

Digam lá, se Modigliani não é realmente fantástico?! Da sua época dos nus aqui vos deixo estas duas obras completamente inspiradas....

 "Nu sentado"

 "Nu deitado, com braços abertos (pormenor)"

sinto-me:
publicado por Sara V. às 06:42

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Domingo, 1 de Julho de 2007

Mais... para apreciar

"As três graças", de Rubens

 

pormenor do "Pecado Original", de Miguel Ângelo

 

"Liberdade", de Delacroix

 

OBS.: Eis três quadros, famosos, que pertencem aos grandes da "velha guarda" e que serão sempre uma referência

publicado por Sara V. às 14:44

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Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

Não é para ler, é para ver...

Tal como prometi, aqui ficam duas obras, do grande lote das minhas favoritas. Descansem os olhos da leitura e dêem-se ao luxo de contemplar o belo...

 

Nu com chapeú, de Kirchener

 

Moscovo, de Kandinsky

sinto-me:
publicado por Sara V. às 19:02

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Algumas das mais famosas obras de sempre

O juízo Final, de H. Bosch

 

Aqui fica uma (primeira) lista de alguns dos mais afamados quadros de sempre que, por acaso, também constituem  - na sua maioria – algumas das minhas obras de eleição, identificadas por autor, data (sempre que possível) e local onde actualmente se encontram (salvo erro)...

 

1º RENASCIMENTO

“Retrato de Arnolfini e sua mulher” – J. Vam EycK, 1434, National Gallery em Londres

 

2º RENASCIMENTO

“A última ceia” – Leonardo, 1495-98, Santa Maria delle Grazie em Milão

 

REFORMA E CONTRA-REFORMA

“Juízo Final” (tríptico) – H. Bosch, após 1504, Akademie der Bildenden Kunste em Viena

“Las Meniñas” – Velásquez, 1656, Museu do Prado em Madrid

 

BARROCO

“A Lição de Anatomia do Doutor Tulp” – Rembrandt, 1632, Mauritshuis em Haia

“Alegoria da Obra Missionária dos Jesuítas” -  A. Pozzo, 1691-1694, Igreja de Sant’ Ignazio em Roma

 

ROMANTISMO

“Viandante sobre um Mar de Névoa” – C. D. Friedrich, 1818, Kunsthalle em Hamburgo

 

REALISMO OITOCENTISTA

“A visita” – S. Lega, 1868, Galleria Nazionale d’ Arte Moderna em Roma

“O Angelus” – J.–F.  Millet, 1858-59, Musée d’Orsay em Paris

 

IMPRESSIONISMO

“Olympia” – Manet, 1863, Musée d’Orsay em Paris

“Um Domingo à tarde na Ilha da Grande Jatte” – Seurat, 1885-1886

“Moulin de la Galette” – Renoir, 1876, Musée d’Orsay em Paris

“A Banheira” – Degas, 1886, Musée d’Orsay em Paris

“Banho em Asnières” – Seurat, 1883-1884, National Gallery em Londres

 

SIMBOLISMO

“Donde Vimos? Quem Somos? Para Onde Vamos?” – Gauguin, 1897, Museum of Fine Arts em Boston

“Campo de Trigo com Corvos” – Van Gogh, 1890, Museu Van Gogh em Amsterdão

“A entrada de Cristo em Bruxelas” – Ensor, 1888, Musée Royal des Beaux-Arts em Antuérpia

“O Grito” – Munch, 1893, Galeria Nacional em Oslo

“O Cristo Amarelo” – Gauguin, 1889, Albrigt-knox Art Gallery em Buffalo

“Angústia” – Munch, 1893, Museu Munch em Oslo

 

EXPRESSIONISMO

“Auto-retrato com modelo” – Kirchener, 1907

“Noite estrelada” – Van Gogh, 1889, Museum of Modern Art em Nova Iorque

“Auto-retrato com máscaras” – Ensor, 1889, Colecção Jussiant em Antuérpia

“Nu deitado” – Modigliani, 1917-1918, Colecção Mattioli em Milão

 

CUBISMO

“Torre Eiffel” – R. Delaunay, 1910, Salomon R. Guggenheim Museum em Nova Iorque

“Retrato de Ambroise Vollard” – Picasso, 1910, Museum Pushkin em Moscovo

 

FUTURISMO

“Visões Simultâneas” – Boccioni, 1911, Vonder heyolt- Museum em Wuppertal

“A Cidade que Sobe” – Boccioni, 1910-1911, Museum of Modern Art em Nova Iorque

“O Luto” – Boccioni, 1910, Colecção Particular em Milão

 

ABSTRACCIONISMO

“Formas em Conflito” – F. Marc, 1914, Bayerische Staatsgemaldesammlung em Munique

“Explosão Lírica” – Magnelli, 1918, Galeria Beyler em Basileia

“Primeira Aguarela Abstracta” – Kandinsky, 1910, Musée National d’Art Moderne em Paris

 

CONSTRUTIVISMO E BAUHAUS

“Em redor do peixe” – P. Klee, 1926, Museum of Modern Art em Nova Iorque

 

PARA LÁ DAS VANGUARDAS

“A Aluna” – M. Sironi, 1922-23, Colecção Particular em Veneza

“Maternidade” – G. Severini, 1916, Colecção Severini em Paris

“Duas mulheres correndo na praia” – Picasso, 1922, Museu Picasso em Paris

“O esclavagista branco” – G. Grosz, 1918, Hessisches Londesmuseum em Darmstadt

 

DADAÍSMO E SURREALISMO
“A persistência da memória” – S. Dalí, 1931, Museum of Modern Art em Nova Iorque

 

O II PÓS GUERRA

“Crucificação” – Gattuso, 1941-42, Galleria Nazionale d’Art Moderna em Roma

 

INFORMALISMO

“Número 12” – J. Pollock, 1952, Colecção A. Rockefeller em Nova Iorque

 

POP ART

“Números  Coloridos” – J. Johns, 1959, Albright Knox-Art Gallery em Buffalo

“Interruptor Mole” – C. Oldenburg, 1966, Wallraf-Richartz Museum (Collecção Ludwing) em Colónia

“Colored Campbell’s Soup Can” – Andy Warhol, 1965, Colecção Powers Aspen

“Marilyn Monroe” – Andy Warhol, 1967, Colecção Powers

“Drum Marjorette” – P. Blake, 1957, Colecção Particular

 

P.S. – Noutra oportunidade farei outra lista para acrescentar a esta. Antes disso, vou postar fotos de obras que considero magníficas para regalarem os olhos e descansarem de tanta leitura...

sinto-me:
publicado por Sara V. às 07:00

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Curiosidade sobre pintura

Para quem não sabia, aqui fica esta curiosidade...

O principal tonalismo da pintura da Europa foi desenvolvido, a partir da primeira década de 1500,  por Ticiano, em Veneza, seguindo os exemplos de Giovanni Bellini e de Giorgione.

Obs.: Minha Foto

publicado por Sara V. às 06:45

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Quinta-feira, 28 de Junho de 2007

O que Eles (Artistas) Disseram I

“Grandes coloristas sabem criar cor com um casaco preto, uma gravata branca e um fundo cinzento” – Baudelaire

“ O artista não desenha o que vê mas o que quer que os outros vejam” – Degas

“O meu jardim é a minha obra-prima mais bela” – Monet

“Na pintura como na música, deve-se procurar mais a sugestão do que a descrição” – Gauguin

“Arrico a vida pelo meu trabalho e já perdi metade da minha razão” – Van Gogh

“Basta de crítica. Quero libertar-me” – Klimt

“A cor é o teclado, os olhos são os martelos, a alma é o piano com muitas cordas. O artista é a mão que toca, e fere uma nota ou outra para provocar vibração na alma” – Kandinsky

“A minha pintura está acabada quando atinjo a primeira emoção que dela se solta” – Matisse

“A criação de uma obra de arte (deve ser) acompanhada pela distorção da forma natural... pois aí se acha o renascimento da natureza” – Klee

“Porque tentar compreender a arte? Acaso se tenta compreender o canto de uma ave?” – Picasso

“A grande arte é a expressão exterior da vida interior do artista” – Hopper

“Há que ter esse culto sagrado por tudo o que possa exaltar e excitar a inteligência! Têm que provocar e perpetuar estes férteis estimulantes, pois só deles podem elevar a inteligência até aos seus mais altos níveis criadores” – Modigliani

“Quando pinto, não sei o que faço... porque a pintura tem uma vida muito própria” – J. Pollock

“A pintura compreende três partes principais – desenho, proporção e cor “ – Piero

“Florença foi o ninho das artes tal como Atenas o foi das ciências” – Vasari

“Ninguém consegue disciplina interior antes de atingir o auge da arte e da vida” – Miguel Ângelo

“O preto é o príncipe das cores” – Renoir

“A pintura é a arte que representa numa superfície plana um fenómeno sensível. O meio da pintura é a cor, como fundo a linha. O pintor transforma em obra de arte a concepção sensível da sua experiência. Não há regras para isso. As regras para cada obra vão-se estabelecendo no decorrer do trabalho” - Kirchener

sinto-me: blá,blá,blá
publicado por Sara V. às 06:05

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O Grande Artista

“Em qualquer época, o tipo de personalidade que desabrocha num pintor resulta de numerosos e diferentes factores: competência técnica, força de vontade e inspiração – qualidades essenciais mas que por si só não são suficientes.

É sabido que a maioria dos artistas reflecte apenas o seu próprio tempo, mas não vai mais longe, ao passo que o artista excepcional se mostra capaz de captar a imaginação de gerações vindouras e a elas dizer algo que directamente as toca (...)” – Robert Cumming in «Comentar os Grandes Artistas», da editora Civilização

 

Obs.: Na foto, estátua de Rodin, O Pensador

sinto-me: atento...
publicado por Sara V. às 05:34

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Terça-feira, 26 de Junho de 2007

Meus artistas preferidos

Eis a lista de meus pintores (artistas) preferidos...

Sandro Botticelli (1444/45-1510)

Hieronymus Bosch (cerca de 1450-1516)

Leonardo Da Vinci

Miguel Ângelo (1475-1564)

Rubens (1577-1640)

Rembrandt (1606-1669)

E. Delacroix (1798-1863)

Manet (1832-1883)

Edgar Degas (1834-1917)

Claude Monet (1840-1926)

Rodin (1840-1917)

Pierre-Auguste Renoir (1841-1919)

Paul Gauguin (1848-1903)

Vincent van Gogh (1853-1890)

Gustav  Klimt (1862-1918)

Edvard Munch (1863-1944)

Toulouse-Lautrec (1864-1901)

Georges Seurat

Wassily Kandinsky (1866-1944)

Kirchner (1880-1938)

Pablo Picasso (1881-1973)

Edward Hopper (1882-1967)

Amedeo Modigliani (1884-1920)

Diego Rivera (1886-1957)

Frida Kahlo

Egon Schiele (1890-1918)

Salvador Dalí (1904-1989)

Jackson  Pollock (1912-1956)

Andy Warhol (1928-1987)

Fernando Botero (1932)

 

Depois, gosto de Vieira da Silva, Cargaleiro, Pomar, Paula Rego, etc.

 

P.S. Espero não me ter esquecido de algum…

Obs.: Minha Foto

sinto-me: a puxar pela memória...
publicado por Sara V. às 18:20

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Sara

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