Segunda-feira, 23 de Maio de 2016

Este tinha ficado esquecido...

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 "O novo minotauro"

De: Sara Vieira

100 cm x 80 cm

Óleo e acrílico sobre tela

publicado por Sara V. às 10:00

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2016

Da série "To be pop I" - XVII, XVIII

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"TO BE POP I" - XVII
De: Sara Vieira.
Lápis de carvão, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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"TO BE POP I" - XVIII
De: Sara Vieira.
Lápis de carvão, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

 

* Já emoldurados e com pass-partout ficam com 30 cm (L) x 40 cm (A)
Alguns já não estão disponíveis

publicado por Sara V. às 11:14

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Quinta-feira, 19 de Maio de 2016

Da série "To be pop I" - XIII, XIV, XV, XVI

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"To Be Pop I " - XIII
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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 "To Be Pop I " - XIV
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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"To Be Pop I " - XV
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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"To Be Pop I " - XVI
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

 

* Já emoldurados e com pass-partout ficam com 30 cm (L) x 40 cm (A)
Alguns já não estão disponíveis

publicado por Sara V. às 10:55

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Terça-feira, 17 de Maio de 2016

Da série "To be pop I" - IX, X, XI, XII

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"TO BE POP I" - IX
De: Sara Vieira.
Lápis de carvão, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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"TO BE POP I" - X
De: Sara Vieira.
Lápis de carvão, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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"TO BE POP I" - XI
De: Sara Vieira.
Lápis de carvão, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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"TO BE POP I" - XII
De: Sara Vieira.
Lápis de carvão, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

 

* Já emoldurados e com pass-partout ficam com 30 cm (L) x 40 cm (A)
Alguns já não estão disponíveis

publicado por Sara V. às 10:45

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Segunda-feira, 16 de Maio de 2016

Da série "To be pop I" - V, VI, VII, VIII

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"To Be Pop I" - V
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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"To Be Pop I" - VI
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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"To Be Pop I" - VII
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

IMG_0671.JPG

"To Be Pop I" - VIII
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico e colagem sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

 

* Já emoldurados e com pass-partout ficam com 30 cm (L) x 40 cm (A)
Alguns já não estão disponíveis

publicado por Sara V. às 11:02

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Domingo, 15 de Maio de 2016

Da série "To be pop I" - I, II, III, IV

SDC12257.JPG

 

"To Be Pop I" - II
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta e acrílico sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

 

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"To Be Pop I" - I
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta e acrílico sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

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"To Be Pop I" - III
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

SDC12267.JPG

 

"To Be Pop I" - IV
De: Sara Vieira.
Lápis, caneta, acrílico sobre papel
24 cm (L) x 32 cm (A)

 

* Já emoldurados e com pass-partout ficam com 30 cm (L) x 40 cm (A)
Alguns já não estão disponíveis

publicado por Sara V. às 11:06

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Quarta-feira, 11 de Maio de 2016

Esperança...

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“Hope”
De: Sara Vieira.
100 cm (L) x 70 cm (A) Óleo e acrílico sobre tela

publicado por Sara V. às 12:05

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Segunda-feira, 9 de Maio de 2016

"Yours... with love"

Yours 100 x 100.JPG

“Yours... (with love)”
De: Sara Vieira.
100 cm (L) x 100 cm (A) Óleo e acrílico sobre tela

publicado por Sara V. às 11:53

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Sexta-feira, 6 de Maio de 2016

A bailarina e o soldadinho de chumbo...

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"A bailarina e o soldadinho de chumbo" 

De: Sara Vieira.
100 cm (L) x 100 cm (A)

Óleo e acrílico sobre tela

publicado por Sara V. às 10:28

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Segunda-feira, 2 de Maio de 2016

Mais um...

 

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“They see what they want”

De: Sara Vieira.
100 cm (A) x 70 cm (L) Óleo e acrílico sobre tela

publicado por Sara V. às 01:17

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Terça-feira, 3 de Março de 2015

Uma das minhas últimas pinturas

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“I see what I want”
De: Sara Vieira.
120 cm (L) x 90 cm (A) Óleo e acrílico sobre tela

publicado por Sara V. às 15:46

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Domingo, 9 de Dezembro de 2012

E também em Almada... "To Be Pop"

 

De dia 9 de Dezembro até ao fim de Janeiro de 2013 podem visitar, também, a minha exposição "To Be Pop" na Galeria Elzed, em Almada.

Trata-se de uma exposição de desenhos pintados e de objectos decorativos, todos muito coloridos, baseados na tendência pop.

A Elzed é uma loja de vestuário com modelos quase exclusivos e que também tem como actividade expor Arte. Ao longo do ano, as novas colecções de roupa de óptimas marcas portuguesas e as diferentes exposições de artistas variados são uma constante a não perder. Além disso, o proprietário, o Sr. Armindo é uma pessoa extremamente afável.

 

Visitem a Elzed, que fica na Rua de Marcos Assunção, 4-E, Almada Business CenterAlmada.

 

 

Alguns dos meus desenhos pintados que fazem parte da série "To Be Pop"...

 

          

 

 

 

 

       

 

 

E alguns dos objectos decorativos pintados a acrílico por mim... também em tons "pop"...

 

        

 

 

Espero que gostem!

 

 

publicado por Sara V. às 04:10

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Ainda em Oeiras...

Ainda na Galeria EntryDecor, uma novidade... Uma peça decorativa pintada por mim... Uma experiência que me deu bastante satisfação... espero que também gostem!

 

 

"O meu anjo da guarda" (de frente)

 

 

"O meu anjo da guarda" (de costas)

 

 

 

Título: "O meu anjo da guarda"

Peça decorativa em papelão pintada em acrílico... Um céu repleto de pássaros... Porque, supostamente, os anjos estão no céu... e não têm sexo, corpo físico... logo, devem-se confundir com o céu e espelhá-lo... mas nós achamos que têm asas...

publicado por Sara V. às 03:48

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Sábado, 10 de Março de 2012

E com 2012 novas pinceladas surgiram...

Título: "Colhe-se o que se planta" Técnica: Acrílico sobre duas telas(sobrepostas) Dimensões: 100 cm x 81 cm 2012 Autor:Sara Vieira Pormenor Pormenor
publicado por Sara V. às 01:07

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Quinta-feira, 8 de Março de 2012

À espera...

Título: "À espera..." Técnica: Acrílico sobre tela 2011 Autor: Sara Vieira Não disponível
publicado por Sara V. às 01:57

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Da minha janela...

Título: "Da minha janela" Técnica: Acrílico sobre tela 2011 Autor: Sara Vieira Não disponível
publicado por Sara V. às 01:57

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I wish...

Título: "I wish..." Técnica: Acrílico sobre tela 2011 Autor: sara Vieira Não disponível
publicado por Sara V. às 01:55

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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2011

"Entre linhas"

De 6 a 29 de Julho último tive uma exposição individual no Clube Residencial de S. Miguel, em Lisboa (zona de Alvalade), intitulada "Entre linhas"... E foi assim...
publicado por Sara V. às 11:25

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Sexta-feira, 18 de Março de 2011

Sonhando...

"Fuga da monotonia"

Acrílico sobre tela

2011

de Sara Vieira

 

‎"Fuga da monotonia":

Se não consegues vencer o sonho não te juntes à monotonia... Foge dela a sete pés! Cria os teus sonhos, o teu mundo...

 

 

Algunas pormenores...

 

 

publicado por Sara V. às 01:21

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Terça-feira, 1 de Março de 2011

De volta ao vermelho

 

Era uma vez um País

SARA VIEIRA

 

CAPÍTULO 1

 

Estava uma manhã calma e soalheira de Novembro quando Portugal se atolou completamente na crise impiedosa. Sendo governado por homens espertos mas pouco inteligentes e que devotam poucas preocupações ao País, já que os seus interesses pessoais se sobrepõem… A velha nação Lusitana acordou, pois, à beira do precipício para onde se tem vindo a aproximar a um ritmo cada vez mais célere na última década e meia. Isto, claro, embora tal percurso seja de longa data, parecendo até aos portugueses o único caminho possível. Até agora nunca se avistaram quaisquer desvios da fatídica rota.

Uma frustração sem limites.

O Governo apenas pede que o povo aperte o cinto, mas o povo, apesar de magrinho, há muito que esgotou os furos suplementares que foi fazendo e já não tem mais que apertar. Existem até portugueses que já nem as lágrimas apertam, deixando-as rolar descaradamente pela cara abaixo.

Todavia, de lágrimas está o País cheio – em épocas distantes de orgulho e num passado já não assim tão recente de tristeza -, ansiando agora por gritar. Isso mesmo, gritar a plenos pulmões o quanto está farto de sustentar tachos e banqueiros, corruptos e egoístas, etc… E mais do mesmo.               

Era uma vez um País…

 

 

"Era uma vez um País..."

Acrílico sobre tela

100 x 70 cm

2011

Sara Vieira

 

Alguns pormenores, porque as fotos andam com uma qualidade, enfim... o que se consegue arranjar de momento.

 

 

 

 

 

 

E daquela página rasgada se soltaram as palavras ou pequenas partes de frases: "Era uma vez um País", "da fatídica rota", "crise", "impostos", "frustração sem limites", "desgoverno", "apertar o cinto"

 

 

publicado por Sara V. às 12:00

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A perda da inocência

Porque chega sempre uma altura em que a caravela do Peter Pan parece voar pelos céus e já não parar junto a nós... Porque quando se deixa de ver tudo rosa, de se acreditar somente em contos de fadas e se percebe que o mundo é feito de outras cores e de muitas outros contos - alguns menos felizes - se pode ser invadido por um sentimento mais azul...

 

 

"A perda da inocência"

Acrílico sobre tela

100 x 100 cm

2011

Sara Vieira

 

Alguns pormenores... Até porque as fotos não estão famosas:)

 

 

 

 

publicado por Sara V. às 00:31

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Domingo, 6 de Fevereiro de 2011

Um tema clássico com uma abordagem própria

O primeiro quadro terminado este ano de 2011 é sobre a maternidade, um tema clássico e intemporal. Porém, quis dar-lhe uma abordagem diferente e personalizada. Claro que bem ao estilo da minha série favorita, a das "Sobreposições", que já conhecem.

As fotos estão mázinhas, confesso, não revelam bem as texturas, enfim... Dá para terem uma ideia e depois quando tiver fotos melhores substituo.

 

"Mãe Coragem"

Acrílico sobre tela (duas telas sobrepostas)

2011

Sara Vieira

 

Talvez nas fotos seguintes as cores se vejam melhor...

 

Queria demonstrar o lado mais natural do acto de ser mãe. Uma imagem que marcasse a força... E escolhi uma mãe de três, para reforçar a ideia, ainda mais se atendermos aos tempos difíceis que vivemos! Além do lado animal, da força, há algo de maravilhosamente quente e poético...

 

E, agora, alguns pormenores...

 

 

 

 

 

 

 Nesta imagem não se consegue ver bem o contraste de volume e do opaco e do brilhante, conseguidos pela colagem de duas peças (previamente pintadas)...

 

 

A tela mais pequena, a que se sobrepõe, a que se encaixa... Também nela há um trabalho de textura...

 

E pronto, a minha primeira obra de 2011!

publicado por Sara V. às 22:34

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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011

E porque 2011 já começou...

E porque 2011 já começou e agora há que voltar ao trabalho...

 

Participo que estou com uma pequena exposição individual no "Grão d'Café" - um Salão de Chá / Pastelaria / Geladaria -, sito na Rua Vasco da Gama, lote 2, 2785-600 São Domingos de Rana (que fica entre Carcavelos e a Parede, pertinho de Lisboa).

A exposição começou dia 5 de Janeiro e está patente ao público até ao princípio de Fevereiro, de segunda a sexta e aos domingos, até às 20h.

O espaço é bem giro, com uma decoração de muito bom gosto, tem umas paparocas deliciosas e um dono simpático.

Portanto, apareçam!

 

 

 

 

publicado por Sara V. às 01:34

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Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011

What do you want for this Christmas?

"What do you want for this Christmas?"

Acrílico sobre tela (duas telas sobrepostas)

30 x 40 cm

2010

Sara Vieira

 

Alguns pormenores...

 

 

 

Acabadinho de fazer no fim de Dezembro.

E teve imediatamente dono...

 

publicado por Sara V. às 18:38

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Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010

Music

No Natal, fiz vários desenhos, pintei...

Fiz uma obra composta por 3 desenhos em papel de aguarela mas pintados a acrílico e caneta, que intitulei de "Music"... Onde não faltaram o violino, o piano e o saxofone. Onde não faltaram os amarelos, laranjas, azuis e dourados...

 

 

"Music I"

Sara Vieira

2010

 

 

"Music II"

Sara Vieira

2010

 

 

"Music III"

Sara Vieira

2010

 

Depois, emoldurei... e o resultado foi este:

 

 

No conjunto, "Music"

Sara Vieira

2010

 

Gostei do resultado e do tema. Acho que irei explorar mais o tema no futuro. Quem sabe, dar início a alguma série...

 

publicado por Sara V. às 01:51

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Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010

Novo reconhecimento

 

"Alma Ibérica II - As fronteiras do Iberismo"

Acrílico sobre tela

100 x 81 cm

2010

Sara Vieira

 

Soube hoje mesmo, que esta minha obra ganhou o 1º Prémio - Grau Platina, na exposição "Art'Inata" em que participou na Nazaré, este ano, entre outras obras de 36 diferentes artistas.

Estou contente...

publicado por Sara V. às 19:37

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Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010

Jantar de Artistas

Hoje, sexta-feira, dia 10 de Dezembro, vai acontecer em Lisboa o Jantar de Natal de Artistas (a grande maioria da Galeria Aberta.com).

Vamos confraternizar, rir, falar, papar muito e bem... e trocar prendas. Prendas que são obrigatoriamente feitas por nós e com um tamanho pré-estabelecido.

Eu fiz este quadro... A primeira prenda de Natal que irei dar este ano. Espero que quem o receba goste. Fiz com carinho e com o tal espírito natalício (que para mim deve ser vivido todo o ano e não apenas na quadra natalícia).

 

 

"A menina dança?" (neste Natal...)

Acrílico sobre tela, com texturas diversas *

30 cm x 40 cm

Sara Vieira

2010

  

 

* As texturas nas fotos não se notam bem, mas são duas diferentes e ambas no vestido da figura

publicado por Sara V. às 00:08

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Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010

I Salão de Artes Plásticas de Outono

 

Estão convidados para a inauguração do1º Salão de Artes Plásticas de Outono, no próximo sábado, dia 9 de Outubro de 2010, pelas 16.30 h, no salão nobre da Junta de Freguesia de S. Francisco (Rua da Sociedade nº. 299, 2980-326 Alcochete).

Apareçam! Vão poder ver o meu trabalho e o de muitos mais artistas...

 

Esta exposição foi organizada pelo APARTIS - Movimento Multicultural de Artistas, e apresenta obras de quase 80 artistas nas modalidades de Pintura, Escultura, Desenho e Fotografia.

Estará patente ao público até dia 31 de Outubro, de 2ª a 6ª no horário de expediente da Junta e sábados e domingos das 15h às 17h.

 

publicado por Sara V. às 15:24

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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010

Fotos de Samora Correia

Estas são as fotos da inauguração da exposição colectiva de pintura "SAMOR'ART", no Centro Cultural de Samora Correia, dia 5 de Outubro de 2010.

A exposição ficará patente ao público até dia 13 de Novembro... e vale bem a pena visitar!

publicado por Sara V. às 09:00

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Terça-feira, 5 de Outubro de 2010

Inauguração da exposição no México

Inauguração da exposição colectiva de pintura internacional "200 Años después", em Tijuana (Baja California), México, em que participei com uma obra. Sim, aquela que agora está a decorrer no México, depois irá para Los Angeles (EUA) e mais tarde para Barcelona (Espanha), com obras de artistas mexicanos e espanhóis e em que fui a única artista portuguesa a participar... Aconteceu no dia 28 de Setembro de 2010 e correu assim...

Mais uma vez, obrigada Ignácio!

publicado por Sara V. às 23:56

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Sábado, 2 de Outubro de 2010

SAMORA ARTE

No próximo dia 5 de Outubro, sábado, por volta das 17h inaugura-se a exposição colectiva "SAMORA'ARTE", no Centro Cultural de Samora Correia, que estará patente ao público até ao dia 13 de Novembro. Às 17.30h um pianista tocará algumas músicas. Irá haver um Porto de Honra.

E como participo com duas obras, gostaria de vos convidar.

Assim, considerem-se convidados!

A vossa presença é sempre motivo de alegria.

Conto convosco!

 

Alma Ibérica II / As fronteiras do Iberismo

100 x 81 cm

Acrílico sobre tela

2010

Sara Vieira

 

A voz do Povo I

100 x 80 cm

Acrílico sobre tela (duas telas sobrepostas)

2009

Sara Vieira

publicado por Sara V. às 12:07

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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Grande exposição internacional "200 Años después"

Tenho uma novidade excelente.

Fui convidada pelo meu amigo e pintor mexicano consagrado, Ignácio Hábrika, a participar numa grande exposição internacional de franca projecção. A exposição a que me refiro intitula-se "200 Años después" e acontece por ocasião das comemorações do Bicentenário da Independência do México.

Para esta exposição foram convidados alguns pintores mexicanos e espanhóis, dada a proximidade histórico cultural que inevitavelmente os une.

Pois, foi com grande honra que aceitei estar presente neste evento que irá atravessar 3 países - México, Estados Unidos e Espanha - e que represento a nossa nacionalidade, uma vez que sou a única portuguesa a participar.

 

E é já dia 28 de Setembro de 2010 que será inaugurada a exposição.

 

Deixo-vos imagens de como será a exposição, das obras e dos autores. Espero que gostem. Na minha humilde opinião, está bastante interessante e sem dúvida com muita qualidade.

E eu estou muito entusiasmada!

 

 

 

Desde já o meu agradecimento e amizade para Ignácio Hábrika e também para o Instituto Cultural da Baja California (Mexico) pelo convite e pelo excelente trabalho que fizeram.

 

Datas de inauguração da exposição "200 Años después":

- 28 de Setembro de 2010 -  Galería Principal del Instituto de Cultura de Baja California, Tijuana B.C., México

- 19 de Novembro de 2010 - Consulado do México em Los Angeles, California, Estados Unidos.

- 19 de Abril de 2011- Galería de Arte Patricia Muñoz, em  Barcelona, Espanha.

 

A doscientos años
Para América, Iberia dejo hace mucho de ser la casa solariega, como a la inversa también dejamos de ser cuerno de la abundancia. El pasado quedó diluido en el recuerdo y el presente se exalta presuntuoso ante la libertad que nos hermana.
R.R.

"Una conquista brutal, un sometimiento bárbaro y depredador que diezmó una cultura ancestral para forjar otra colmada de sueños y esperanzas. Tres siglos de opresión y colonialismo fueron más que suficiente; sin embargo, es imposible desdeñar alcances y progresos como bases firmes de una nación que ya se percibía orgullosa y libre. Aún tasada la historia en esa línea y a pesar de que toda revolución es un conflicto por el poder, una senda de tragedia y contradicciones con la esperanza del cambio, una lucha fratricida, un fuego incontrolado que devora; los peninsulares (los menos), los criollos, mulatos y mestizos decidieron redimirse del ibérico.
La independencia de México fue un proceso decantado en el tiempo, que surgió entre estertores sociales provenientes de silenciosas tomas de conciencia sobre la forma de ser y estar en el mundo. Por un lado el hartazgo a la sumisión y la pobreza, la efervescencia popular en busca de nuevos derroteros y por otro, el sentido de oportunidad histórica de las clases dominantes que al vislumbrar un destino trascendente y común sobre la topografía de la cotidianidad, llenó de fervor a personajes diversos de nuestra vida pública y tomaron decisiones inextinguibles a pesar de consumirse su existencia.
En 1810, Argentina, Colombia, Chile y Venezuela, se embarcarían también en la aventura de conformar el futuro bajo su propio riesgo, con un sólo convencimiento, al igual que México, emanciparse ante el único derecho inalienable de ser libres.
Al correr de los años los enconos perdieron su aspereza, no podía ser de otra manera si el hombre nuevo ─producto de aquel asedio y sumisión─, lleva en su sangre la del conquistador y el conquistado. Hoy (2010), a doscientos años de distancia un puñado de pintores mexicanos y españoles une sus apuestas plásticas en un léxico cromático plural y propositivo, no para rememorar rencores o nostalgias sino para celebrar el derecho impostergable a la igualdad.
200 años después, es el título de la muestra que da pie a estas letras. Un exposición heterogénea, pluritemática y eminentemente retiniana, que parece buscar reivindicarse con el presente en un juego coincidente con lo que se pretende conmemorar y esto, me parece una propuesta que la valida, que le da una razón de ser, sobre todo en la medida consciente de lo que ella (la exposición y la remembranza) significan para sus autores.
Una obra gestada en la pluralidad y la concordia. Inmersa en un expresionismo que se regodea entre la figuración y la abstracción como un eco nostálgico de aquellas vanguardias signadas por el cambio, de aquellas avanzadas estéticas que desordenaron los parámetros creativos, anteponiendo todo por una búsqueda de franca libertad expresiva. Aquí hay reminiscencias de ello, es inobjetable, pero encontramos también un convencimiento de lo inconmensurable que puede ser la plástica, si a ésta le antecede la búsqueda constante, el cambio y la franqueza.
Por un lado, encontramos una línea de artistas que singularizan sus obras con perspicaces narraciones, que a base de color y representaciones definidas, nos cuentan sus historias y las proponen para el que las observe, las coloque en el rincón que le plazca de su consciencia. La diversidad de sus propuestas las veremos individualizadas por la forma en que encaran la realidad y su contexto, por el libre albedrío y por la manera en como generosamente su imaginario lo exponen al capricho de nuestras reflexiones.
Oscar Carballo (Buenos Aires, Argentina, en 1955), reside actualmente en la Coruña, España. Si bien la obra de Carballo que forman parte de la muestra circunda en la figuración, esta se resuelve en una estilización que no se contrapone a su atmosfera indefinida, cuya paleta de complementarios y primarios cabalgan en una analogía casi perfecta. La fuerza abstracta que deja sentirse en estas piezas, son la base sólida de un ejercicio sobrio, más amplio, en el que el autor avezado ejemplifica el conocimiento cabal que posee del equilibrio de formas, sombras y colores.
Ignacio Hábrika (Mexicali, Baja California, México, 1953), la obra sugerente de este artista bajacaliforniano comprometida, casi en su totalidad, con la neofiguración, se aferra cada vez con más frecuencia a la síntesis, a lo elemental del motivo, de tal forma que suelen ser suficientes las sombras, contornos y perfiles para proponer multitudes o solitarios personajes que comulgan con sus preocupaciones existenciales y apuntala sus inquietudes conceptuales (la de sus personajes y la suya propia) en una intensidad cromática que va signándole una huella fácil de identificar.
Sara Vieira (Lisboa, Portugal, 1975), de los muchos contornos rollizos y anónimos que ha coloreado la artista y que cuestionan nuestras modas y modismos, así como la extensa fila de ilustraciones (que no por ilustrar deben ser menores obras de arte), llama la atención esta serie, con la que participa en esta muestra, compuestas por dos lienzos, dos historias enlazadas a modo de metáforas, que nos llevan de manera intensa de lo lúdico a lo formal, lo que permite al espectador integrar y conformar su propio anecdotario.
Manolo Escutia (México, DF., 1940), artista lúdico y penetrante, creador de una obra que mucha de las veces raya en el sarcasmo. Conoce la potencia del signo y el color y la emplea creando obras condensadas fuertemente robustecidas por el concepto. Lo icónico, resumiría, en la obra de Manolo es el contrafuerte de un trabajo esquemático, intelectualizado y mordaz, que intencionadamente no requiere de tantos elementos para dejarle al espectador una ruta abierta a la elucidación (y al compromiso, porque no).
María José López (Barcelona, España, 1967), hay en el desnudo que pinta esta artista un dibujo trémulo de fondo, que coloreado con aparente desdén oferta una obra crispante, reflejo, desde mi apreciación, de una personalidad en desasosiego constante. Puede que el título que la acompaña haya sido una excusa, que importa, la mayor de las veces son sobrantes del discurso pletórico que encierra la obra misma.
Manuel Aguilar (Mexicali, Baja California, México, 1940) con su mundo recurrente de caballos, toros y mujeres, muchas de las veces esgrafiados sobre madera y las disposiciones frecuentes de colores análogos y encendidos, son los senderos recorridos por este artista que equilibra y matiza sus trabajos con la buena factura. Cierto es que no hay complejidad conceptual ni temática en esta obra templada en el oficio, como innegable también es que el arte para validarse como tal, requiera necesariamente de folclore, estridencias o intelectualismos.
Mercedes Daza (Granada, España, 1981), pinta con sencillez, esboza siluetas, las satura de colores planos y en esa economía de recursos, busca entablar la comunicación con el espectador y aquí, con este trabajo de la exhibición, ejemplifica el ejercicio explorando la figura femenina desde la bicromía y la simplicidad, sin más pretensión quizá que el goce estético.
José Carrillo Cedillo (México, DF., 1938), sería un fauve esplendoroso si viviese en los umbrales del siglo veinte, no obstante sin esa etiqueta (que por cierto le deja sin cuidado no endosársela) sigue sorprendiéndonos con el empleo lumínico de su paleta cromática; en ella, junto con la ironía, la parodia y la sensualidad resume su propuesta estética. En la obra de esta muestra tal vez no veamos esos atributos que antepongo, pero la estructuración del rincón de un espacio común y un tema cualquiera, con una paleta sin aprensión aparente por el color, será el vínculo, seguro estoy, que mantendrá su obra en el recuerdo.
Manuel Parra Bernabéu (Oliva, Valencia, España), cierto que las obras de este autor construidas con una mezcla variada de colores vibrantes, siluetas delgadas y elásticas, con vestidos rectos o de holanes, sedosos y brillantes, coronadas invariablemente de un sombrero, que revelan el encanto del glamour, nos trasladan al limbo nostálgico de los años veinte; sin embargo, en esta pieza alejada de los subterfugios y ruidos de la moda, encontramos la tibieza de una realidad subjetiva colmada de buenas intenciones. El arte es así de generoso.
Ruth Hernández (Hermosillo, Sonora, México, 1933), entre exploraciones figurativas y abstractas ha ido construyendo su biografía plástica. En las obras de esta muestra realizadas con cierto desenfado compositivo, la recuperación de la referencia no parece plegarse a condicionamientos decorativos, pero sí rubrican un pronunciamiento por el querer decir, una preocupación que se la endilga desenfadadamente al que la observa. La trama por enlazar el pasado con el presente le da también un sentido característico a su trabajo, recurso interesante que tal vez afirma su apuesta representativa.
Katia Muñoz (Perú), radica en Barcelona, una artista versátil, según antecedentes, que en esta ocasión habilita un lienzo con nopales como para dar fe de una mexicanidad arraigada en la mítica creencia azteca de la vida eterna (considerada planta de la vida ya que aparentemente jamás muere, puesto que al secarse puede dar vida a una nueva planta) y que en irónica correspondencia, mientras España conquista México, esta cactácea conquista el Mediterráneo. Es muy probable que esté alejado de la intención temática de la autora, pero la obra posee suficientes elementos para justificarme aunque raye mi lectura en el equívoco.
Alfredo Gutiérrez (Tijuana, Baja California, México, 1982), el artista más joven de la muestra, es el responsable de una obra preñada de anécdotas urbanas. Las escorias citadinas y los lugares sórdidos han sido recursos habituales con los que ha ido conformando su discurso plástico. Pintor de lo patibulario, vergonzoso y real de una sociedad consumista, egoísta y depauperada, da cuenta con su plástica de las necesidades del cambio y de lo forzoso de corregir nuestras negligencias. Autor que en espera de la madurez y un devenir fructuoso, seguirá sorprendiéndonos por sus alcances. Que así sea.
Dos paisajistas forman parte de la exhibición, Teodoro Nieto Antón (Ayllón, Segovia, España, 1944) y Rubén García Benavides (Cuquío, Jalisco, México, 1937). Nieto Antón, con un empleo del color y una forma compositiva arraigada en la academia da muestra de un conocimiento sustantivo de la realización del paisaje y no es necesariamente el detalle el que fuerza a la contemplación de la imagen, es la pincelada amplia resuelta con maestría la que invita al disfrute. Mientras por otro lado, los planos horizontales, las estructuraciones sintetizadas que son la médula del paisaje de García Benavides se solazan en color, al tiempo que se alejan la realidad mimética para ofrecernos panoramas franqueados por senderos, autopistas y mujeres (Marianas) en una concordancia neorromántica franca, que nos conmina a ver y entender a la naturaleza rebasando la esfera de lo inconsciente y de lo racional, oponiéndose ─a la vez─ a la separación entre razón y sentimiento, entre lo real y lo irreal.
Dos pintores con miradas y abordajes distintos, convencidos, seguro estoy, de que por el espectáculo bucólico han transitado infinidad de pinceles que han detenido la mirada en un paraje cualquiera del planeta (desde el intrascendente intersticio hasta el horizonte esplendoroso), pero seguros también que siempre la mirada acuciosa y propositiva adosa a la realidad su distintivo; de ahí, lo espléndido del género todavía.
Por el otro lado está la contraparte, los informalistas que persiguen otros derroteros. La abstracción, que como en todo arte silente (sin ecos de historias que narrar), no imita y rechaza lo anecdótico; la vemos en esta muestra dotada de sus propias significaciones. Validándose en el equilibrio de las formas, en la temperancia del color, en el gozo de los espacios sin entradas ni salidas, abarcándolo todo como para no dejar dudas de sus imperativos. Veamos:
Vanessa Ateca. (Éibar, Guipúzcoa, España, 1974) creadora de una obra vital que se recrea entre la gestualidad y las atmósferas tempestuosas, que apuesta a las alusiones como un medio para liberar al imaginario de las visiones ordinarias. Es una generadora de sugerentes intersticios y ranuras, de ambientes etéreos y sólidos, de universos únicamente comprometidos con las insinuaciones.
David Chapman (Penarth Wales, Reino Unido, 1946), que radica actualmente en Málaga, España, es autor de obras alejadas de sermones, fábulas y narraciones, que como un orfista sustituye gradualmente las imágenes de la naturaleza por formas lumínicas de color. Así, desde los estratos y sedimentos del entorno, toma sus formas caprichosas para recrear espacios silenciosos embebidos y copados de sugerencias.
Almudoena Pintado (Benavente España, 1969), realiza un trabajo de estructuras ordenadas que se abren por todas partes hacia el espacio total del lienzo. Una obra compuesta de formas geométricas y lineales enriquecidas de volúmenes, que dan pie a un juego preciso de representaciones (mecánicas), como en la obra que compone esta muestra, que bien pudiese sugerir un engranaje del tiempo detenido. Una obra rigurosa sí, que atenúa su frialdad en la recreación precisa del claroscuro; juego paradójico y único, que permite valorar la simultaneidad de la luz, el tiempo y el espacio.
Carlos Coronado (México, D.F, 1945) y Álvaro Blancarte (Culiacán, Sinaloa, México, 1934). Ambos matéricos, uno que da riqueza táctil a la forma y otro que esgrafía entrecruzamientos de líneas para remarcar insinuaciones. El primero se regocija en la estridencia, en tanto el otro, insiste en la mesura del color. Los dos conocen los alcances de las tonalidades y texturas, como claras también ─para ellos─ resultan sus limitaciones. Uno y otro han navegado en la figuración emblemática, han apostado por ella y logrado hacer resplandecer sus pesquisas; sin embargo, el abstraccionismo explorado desde ópticas radicales, les ha permitido demostrar también, que estas maneras personales de encarar la no-figuración, al igual que sus colegas españoles, los hace meritorios de reconocimiento a pesar del concurrido y dilatado camino transitado por esta añeja tendencia plástica.
Creo pertinente aclarar que aún cuando en las reminiscencias de los títulos propuestos por sus autores encuentras ecos de historias manifiestas, no hay nada de ellas; los trabajos son ─para bien de los sentidos─ mundos silenciosos, que se solazan en el croma, los planos y las formas.

Trabajos todos ─abstractos y figurativos─ que reivindican la pintura como una expresión que realizada con instrumentos del ayer, incluso con el recurso del truco representacional, tiene aún bastante que decir. Pretexto tal vez, pero que de alguna manera también exige por un lado y reafirma por otro, su espacio en la contemporaneidad.
Una muestra concreta ─señalaría finalmente─, repleta de buenas intenciones, que de ninguna manera subsanan un pasado cruento, como tampoco justifica el ignorarlo; no obstante, los hijos de los hijos de aquel pasado infausto, se reúnen aquí en un acto fraterno como muestra de tolerancia y respeto; valores imponderables e imperativos de toda sociedad que se jacte ser honesta, imparcial y solidaria.
Roberto Rosique

Roberto Rosique (Cárdenas, Tabasco, México, 1956). Artista visual, Catedrático fundador de la Licenciatura en Artes en la Universidad Autónoma de Baja California. Autor de La otra realidad, fotoplástica, editado por CNCA/CECUT, (1997). Compilador de Letras para un amigo, IMAC, (1998). 30 Artistas Plásticos de Baja California, CNCA/CECUT, (1998). El Último Instante (Cuento y dibujos) CECUT/IMAC, (2000) y Los Rostros del Oficio, (dibujos de 60 artistas del Estado) ICBC/FOECABC, (2001). Hacedores de Imágenes (Plástica bajacaliforniana contemporánea), textos críticos, CECUT, ICBC, IMAC, UABC, (2004)."

 

 

publicado por Sara V. às 01:49

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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

Apresento-vos a minha nova obra

"A Voz do Povo II"

120 cm x 100 cm

Acrílico sobre tela (duas telas sobrepostas)

2010

Sara Vieira

 

Alguns pormenores...

(visto mais ao longe)

 

 

 

 ("Eles comem tudo

Eles comem tudo

E não deixam Nada")

 

P. S. - Assim que tiver melhores fotos prometo que substituo

publicado por Sara V. às 07:39

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Com o Marvão no coração...

 

"Marvão"

80 cm x 60 cm

Acrílico sobre tela

2010

Sara Vieira

 

Alguns pormenores...

 

 

 

 

* Esta minha obra, agora, faz parte do acervo municipal do Marvão.

Terra onde tive, a convite da Casa da Cultura, uma exposição individual durante todo este mês de Agosto e que fiqiuei a conhecer... Onde tive a oportunidade e o prazer de passar uns dias.

O Marvão é simplesmente lindo, pitoresco, um pedacinho de terra, um castelo plantado no céu... Eu e a família apaixonámo-nos completamente por tamanha beleza...

Todos os portugueses, pelo menos, deviam conhecer... Vale mesmo a pena!

 

 

Aqui ficam algumas fotos das nossas mini-férias no Marvão, no fim de Agosto...

 

E desde já quero agradecer a hospitalidade, amabilidade e toda a gentileza com que a Câmara Municipal, particularmente a Casa da Cultura, nos acolheu. Trouxemos, de verdade, o Marvão no coração!

publicado por Sara V. às 07:36

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Sábado, 21 de Agosto de 2010

Exposição na Nazaré

Dia 21 de Agosto, sábado, inaugura a exposição colectiva "ART'INATA" no Forum Cultural da Nazaré, por voltas das 17 horas, em que participo.

Assim, estão todos convidados! Se não puderem comparecer, podem visitar a exposição até dia 26 de Setembro.

Certamente que os 36 artistas presentes fariam todo o gosto na vossa presença.

 

Já sabem... Não faltem!

 

Sara Vieira

publicado por Sara V. às 00:02

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Terça-feira, 10 de Agosto de 2010

Fotos da ART'INOVA

Fotos da inauguração da exposição colectiva de Pintura e Escultura de Verão "ART'INOVA" na Galeria Mafalda D'Eça, no Monte do Estoril, no passado dia 5 de Agosto.

 

 

(Eu com o meu quadro "Queria ser o teu Tempo")

 

 

 

 

  

                                     

 

 

 

 

Acabámos a noite a pintar uma grande tela, todos juntos!

publicado por Sara V. às 15:01

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Domingo, 1 de Agosto de 2010

Exposição individual no Marvão

 

Exposição “FEELINGS” de SARA VIEIRA

 

De 1 a 31 de Agosto de 2010, na Casa da Cultura do Marvão

 

Com a exposição “Feelings” a artista Sara Vieira leva-nos numa viagem ao seu universo, percorrendo diferentes cores e texturas, caminhando pelas suas imagens retidas ou imaginárias, numa panóplia de técnicas.

Pinta temas diversificados, retalhos do seu mundo, dos seus pensamentos, com um traço próprio e com alma ibérica. Afinal, “a Arte é a assinatura da civilização”, tal como um dia disse Beverly Sills.

A sua obra é marcadamente figurativa e considera-a intimista. Simples, com conceito e visivelmente com cunho feminino.

Privilegia o cromatismo e as emoções que este desperta aliado a certas composições e mensagens.

Tem como lema uma frase de Ralph Waldo Emerson - “Na Arte a mão nunca pode executar algo superior ao que o coração pode aspirar”.

Sobre Sara Vieira escreveu o pintor/escultor e curador Kim Molinero: “As suas obras figurativas enaltecem as emoções criando um Mundo de ilusões contemporâneas. O impacto do que cria e a estética da composição são de uma sensibilidade e emotividade que nos dá na alma o «sentir» de uma artista com grande futuro artístico.

 

Fico à espera da vossa visita!

 

P. S. - O meu agradecimento à Autarquia e Casa da Cultura do Marvão pelo convite que me fez.

publicado por Sara V. às 06:34

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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

Da América Latina

"Alma Ibérica II" ou "As fronteiras do Iberismo"

100 x 81 cm

Acrílico sobre tela

2010

Sara Vieira

 

Pormenores...

 

 

 

 

 

Inspirada na História, nas relações entre povos, no cruzamento de culturas, na fusão da forma de estar nativa com a dos povos ibéricos (Portugal e Espanha), nos desertos em que muitas pessoas do Povo vivem... Inspirada no México, país da América latina, que este ano celebra o Bicentenário da sua Independência; inspirada nas fazendas do Brasil, nos rostos indigenas, criei esta obra. Esta obra onde me revejo na posição de interlocutora, de pessoa que reflecte. Nesta obra onde decidi perpetuar a imagem da minha filha mascarada de espanhola... Onde a Frida marca uma posição numa sociedade que se foi construindo e que ainda tem um longo caminho a percorrer... Onde a Frida simboliza a Arte que ultrapassa fronteiras.

Uma obra que tem para mim muito significado, por diversos factores.

Seguindo as cores do negro e vermelho que tanto marcam a forma de ser dos ibéricos mas salpicado de verde e de comida colorida que lembra o outro lado...

publicado por Sara V. às 10:00

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Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

ESTORIL'ART em fotos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como podem ver, foi uma inauguração muito animada.

Kim estás de parabéns, meu amigo! O evento está muito bom e a qualidade das obras...hum... Obrigada!

Foram uns momentos óptimos, que deram para conviver com pintores/amigos que já conhecia... (O próprio) Kim Molinero, Crislim, António Dulcídio, Maria Oliveira Reis, Renato Pereira, Célia Ribeiro, Ferraz, Miguel Morgado, Artur Nogueira, Assunção Carreto... Conhecer outros pessoalmente, como Tiago Paço, Mafalda D'Eça, David Maciel, De Sousa Pinto.... E oportunidade de voltar a expor com outros que muito admiro e que não puderam estar presentes, como o meu bom amigo Miguel Fazenda, as minhas amigas Dina de Sousa e Teixeira da Mota, o meu amigo Lopes de Sousa, Rodrigo Matos, A. Guimarães, Ferreira Pinto... Entre outros, muitos...

publicado por Sara V. às 01:01

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Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

No ESTORIL

 

 

Aproveito para vos convidar para a  próxima exposição, em que vou participar com duas obras.

 

A Exposição colectiva "ESTORIL'ART" inaugura na próxima sexta-feira, dia 16 de Julho, às 21.30h, na Junta de Freguesia do Estoril, com 41 artistas e 71 obras. Terá um beberete e, certamente, muito convívio. E promete, definitivamente, em termos artísticos. Poderão apreciar obras com muita qualidade.

Se não puderem comparecer, não deixem de visitar, afinal estará patente ao público até dia 31 de Julho, de terça a sábado, entre as 10h e as 18h.

 

Agradeço desde já a vossa presença,

Sara Vieira

 

publicado por Sara V. às 15:22

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Domingo, 11 de Julho de 2010

Exclusão Social

No passado sábado, dia 10, realizou-se o V Encontro de Pintura ao Vivo de Monte Abraão (Queluz).

Desta vez, o tema foi a "Exclusão Social", o que aborda a pobreza, a xenofobia, etc..

A convite da minha amiga Flora participei. Melhor, participámos, eu e a filha mais crescida...

Afinal, pintar ao vivo e ao ar livre é sempre divertido, bem como o convívio com os demais participantes... E acho que a causa (o tema proposto) é, sem dúvida, meritória. Faz-nos reflectir no mundo que nos cerca, no que está errado, no que é injusto e, às vezes, até na forma como nos comportamos perante essas situações. A pintura é Arte, é um prazer mas também deve servir para dar voz às nossas preocupações. Há sempre uma mensagem que se pode passar...

De salientar que a Junta de Freguesia nos tratou com muita simpatia.

A pintura decorreu entre as 10 e as 16h, embora nós tenhamos cgegado atrasadas... Mas com afinco lá conseguimos terminar as obras a tempo!

A inauguração com os quadros pintados no encontro - muito agradável e criativo - será amanhã, segunda-feira, às 21 horas, no Salão Paroquial de Monte Abraão.

 

Depois, podem ver a exposição até dia 23 nas instalações da Junta de Freguesia de Monte Abraão.

 

Aqui ficam as fotos...

 

Título: "Eu passei e parei..." (porque não devemos e não quero ser indiferente ao mau estar dos outros)

Técnica: Acrílico sobre tela (com aditivos)

Dimensões: 40 x 50 cm

Ano: 2010

Autora: Sara Vieira

 

 

Título: "A pobreza é triste"

Técnica: Acrílico sobre tela

Dimensões: 30 x 40 cm

Ano: 2010

Autora: Rita de Matos (8 anos)

 

A Rita achou o seu quadro triste, mas tal como ela própria disse "a pobreza é triste, mãe... É um tema tão triste, só de imaginar..." E eu acho que, realmente, se o quadro dela está triste é porque foi pintado com alma. Com a alma de uma criança que antes de desenhar e pintar pensou no que é ser pobre, viver na pobreza, marginalizado... Portanto, para mim, ficou muito bonito. Ela pintou-o, de verdade, com o coração.

 

Para terminar, gostaria de salientar que esta é a primeira vez em que eu e a minha filhota primogénita participamos juntas numa exposição (a primeira exposição dela), já que foi a única vez que surgiu a oportunidade... E que isso nos deixou muito felizes e a mim, como mãe dela, muito orgulhosa, obviamente!

publicado por Sara V. às 23:46

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Terça-feira, 15 de Junho de 2010

E o Verão vem chegando...

 

"Hoje és o meu Infinito"

Técnica mista sobre tela (duas telas sobrepostas, acrílico e colagem de madeiras)

92 x 73 cm

2010

Sara Vieira

 

Agora, alguns pormenores...

    

 

Hoje és o meu infinito

 

Existimos no cosmos.

Hoje, és o meu Infinito…

Laranja, solar, imperdoável, inesquecível.

Hoje, és as minhas asas.

E já não importa o que pensas, se vês a minha loucura.

E já não importa o que sentes ou não sentes. O que para ti sou ou não sou…

Porque, hoje, sou quem sou e tu és quem quero que sejas…

O meu Infinito… Alguém a quem me apetece ficar encostada, sentir o toque da pele, ouvir a gargalhada, escutar a respiração…

Alguém que observo do nosso espaço tão perto e tão longe.

O Infinito que imagino gosta de mim.

Gosta de mim como sou, assim…

Um infinito que está em mim, para além de mim…

Por quem, hoje, sou capaz de repetir “Wish you were here”…

 

 

Assim, alio as minhas duas paixões: a pintura e a escrita... Aqui está um exemplo disso.

publicado por Sara V. às 01:57

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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

Mundial 2010

O presidente da Câmara Municipal de Mira, Dr. João Reigota e os artistas participantes (em que me incluo) têm a honra de vos convidar para a inauguração da exposição "Outras formas de ver e sentir o futebol", a ter lugar no dia 12 de Junho de 2010, às 16h30, no Museu Etnográfico e Posto de Turismo da Praia de Mira.

 

Assim, já sabem... Apareçam, que eu, em princípio, não falto!

Festa Redonda

de Sara Vieira

publicado por Sara V. às 14:44

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Domingo, 6 de Junho de 2010

Visitem-me na Moita

Começa amanhã, dia 7 de Junho, a minha exposição individual intitulada "IN MY WORLD", na Galeria do Posto de Turismo da Moita.

A exposição estará patente ao público até dia 18 deste mês.

Assim, estão todos convidados a passar por lá e ver algumas das minhas obras mais recentes...

Apareçam!

 

*P.S. - Se aumentarem a percentagem de visão do vosso pc, por exemplo de 100% para 150% ou 200% conseguem ler bem o panfleto, hehe!

publicado por Sara V. às 16:11

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Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

Mundial 2010

"Festa redonda"

Acrílico sobre tela

50 x 50 cm

2010

Sara Vieira

 

O Museu Etnográfico de Mira lançou o desafio de pintar um quadro sobre o Mundial 2010, o apoio à nossa selecção. E eu aceitei.

O resultado foi este.

A exposição será em Junho (até Julho), mas depois, dou mais informações.

publicado por Sara V. às 14:52

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Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Máquina do Mundo

Inaugura-se hoje, dia 20 de Maio de 2010, no 3º piso do Centro de Congressos de Aveiro uma exposição intitulada "Máquina do Mundo" em que participo... para a qual fui convidada.

Trata-se de um trabalho de um grupo de alunas, bastante interessante, que tomaram como ponto de partida um discurso do prémio Nobel da Literatura José Saramago... O tema foca o consumismo em que vivemos, a sociedade economicista...

 

http://maquinadomundoap.blogspot.com/

Sara - 2008

 

Entre outros artistas, também participam Gina Marrinhas, Adélia Fernandes e António Carlos Souto.

 

Obras que também se podem ver:

 

 

 

 

 

 

publicado por Sara V. às 17:01

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Domingo, 9 de Maio de 2010

Semana produtiva I

Ao fim de algumas semanas, a obra nasceu...

Como uma criança, dá agora os primeiros passos para se mostrar ao mundo.

 

Título: "Infâncias"

Técnica: Acrílico sobre tela (duas telas sobrepostas)

Dimensões: 90 cm x 70 cm

Ano: 2010

Autora: Sara Vieira

 

Alguns pormenores...

 

 

Agora, sobre a obra...

A ideia que está por trás de "Infâncias" é fazer-nos reflectir em como a infância é uma das melhores - se não a melhor - etapa da vida e pode ser vivida de forma tão diferente por cada indivíduo. Oportunidades e afectos distintos, como se fossem medidos... Há infâncias memoráveis e infâncias que se querem esquecer. Infâncias com mais e com menos, com e sem amor...

E nem sempre o dinheiro conta... E nem sempre o amor pontua...

A infância pode condicionar, mas não limita.

E é tão bom ver boas infâncias!

publicado por Sara V. às 11:23

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Quinta-feira, 6 de Maio de 2010

Tenho a sala mais colorida do que nunca!

Não resisto... Tenho que partilhar convosco esta fabulosa obra original, de que tanto me orgulho de agora ser nossa.

Vejam... Não é uma beleza?!

Amei! Amámos!

DUAMANTES (díptico)

Acrílico sobre tela

160cm x 120cm

2010

Kim Molinero

(Agora na nossa colecção particular)

 

Brutal, não?! Simplesmente, uma maravilha... Uma maravilha do "Mágico das Cores":)!

E, ainda por cima, completamente inspirada em nós. Absolutamente personalizada... Com toda a amizade e conhecimento de causa...

E, acreditem: ao vivo é ainda mais surpreendente, as cores brilham-nos pela alma a dentro, as texturas assaltam-nos a visão...

 

Para terem uma obra assim ou compram ou casam, ah ah!

publicado por Sara V. às 15:08

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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

Fotos da "MACIEIR'ART"

 E eis algumas fotos da exposição "MACIER'ART", em Armamar.

publicado por Sara V. às 02:00

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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

Momentos na Arte

Como sabem, até dia 31 de Maio, podem ver algumas das minhas obras em Armamar... Mas, entretanto, também estarei em Aveiro numa nova exposição, na galeria do meu amigo Lopes de Sousa... E lá vou eu passear outra vez neste fim de semana, hehe!

Estão todos convidados a comparecer! Aqui fica o convite...

A Dart Gallery (Rua Gustavo Ferreira Pinto Basto 33, 3810-119 Aveiro) na pessoa do seu Galerista, o Artista Plástico Lopes de Sousa, leva a efeito a Exposição Colectiva "Momentos na Arte", com inauguração e Porto de Honra no dia 24 de Abril às 16h.

Estarão presentes 21 Artistas Plásticos com 21 obras.

A Exposição estará patente ao público de 24 de Abril a 10 de Maio de 2010 e pode ser visitada todos os dias das 15h às 19h, excepto domingos.

 

Artistas presentes: A. Ribeiro, A. Magalhães, Ana Garcia, Alfredo ferraz, Carlos Fernandes, Catarina Nobre, Conceição Ruivo, Crislim, Eliseu, José Mendonça, Kim Molinero, Lopes de Sousa, Manuel Sábio, Maria da Glória, Mizé, Nuno Pedreiro, Óscar Almeida, Rebelo, Renato Pereira, Rui Sousa, Sara Vieira.

 

 

 

P. S. - O meu amigo Lopes também dá aulas de pintura... Quem quiser pode informar-se...

publicado por Sara V. às 10:30

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Terça-feira, 20 de Abril de 2010

Da pintura ao vivo em Armamar I...

Como já vos tinha dito, este fim de semana o Grupo Da Vinci e Expoartes'Molinero, inaugurou mais uma exposição colectiva em Armamar. Exposição, essa, que estará patente ao público até dia 31 de Maio, na Câmara Municipal.

Contudo, fomos convidados para passar um fim de semana no concelho a pintar. E eu e os colegas/amigos/pintores Kim Molinero, Lopes de Sousa, Teixeira da Mota, Dina de Sousa e Crislim aceitámos o convite com muito gosto e divertimo-nos bastante!  

E esta foi a obra que fiz e que desde ontem faz parte do acervo da Autarquia de Armamar.

Afianço-vos que a terra é lindíssima, rodeada das belas paisagens do Douro (nas quais me inspirei), que as gentes são uma simpatia e que a gastronomia é irresistível, com a pecularidade de que aqui se fazem muitos pratos e doces com base na maçã, já que estamos na Capital da Maçã de Montanha.

 

Título: Mais do que a maçã...

Dimensões: 100cm x 73 cm

Técnica: Acrílico sobre tela (duas telas sobrepostas)

Ano: 2010

Autor: Sara Vieira

 

Alguns pormenores...

 

 

 

 

 

 

E agora, as outras 5 obras que também ficaram a fazer parte do acervo municipal de Armamar...

 

Da pintora Dina de Sousa

 

 

Da pintora Teixeira da Mota

 

 

Do pintor Lopes de Sousa

 

 Do pintor Kim Molinero

 

 

Da pintora Crislim

 

E agora, todas juntas, lado a lado, cada uma com o seu estilo... Seis obras pintadas ao vivo e in loco com o mesmo propósito: para Armamar!

 

*Prometo que assim que tenha tempo vos mostro umas fotos deste fim de semana diferente... e da exposição.

publicado por Sara V. às 10:00

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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Em Armamar

 

MACIEIR’ART

EXPOSIÇÃO PINTURA ARTE CONTEMPORÂNEA

 

17 de ABRIL a 31 de Maio de 2010

Inauguração com Porto de Honra dia 18 às 16 h

 

Câmara Municipal de Armamar

 

Artistas Plásticos

 

Alda Caeytano, António L Cipriano, Assunção Carreto, Crislim, Dina de Sousa, Ferreira Pinto, Filipa Rodrigues, Henry Gallucio, Isabel Alfarrobinha, Kim Molinero, Lopes Sousa, Margusta, Maria Oliveira Reis, Marisa Marina, Sara Vieira, Teresa Martins

 

E AINDA...

 

Pintura ao Vivo por 6 Pintores (Kim Molinero, Crislim, Lopes Sousa, Dina de Sousa, Sara Vieira e Teixeira da Mota) dias 17 de tarde e 18 manhã

 

Pois é, mais uma exposição. Desta vez, bem no Norte!

E além da exposição que se inaugura neste fim de semana (e para a qual todos estão convidados), ainda vou participar numa sessão de pintura ao vivo com outros 5 pintores/amigos. E depois, a obra da pintura ao vivo também ficará em exposição...

Bem, vou começar a fazer a mala... que amanhã terei que me pôr a caminho de Armamar. Sim, ver aquelas paisagens maravilhosas do Douro...

Desde já os meus agradecimentos à Autarquia de Armamar, pela sua disponibilidade para a Arte, e, ao meu grande amigo Kim Molinero, que é uma força incentivadora para muitos de nós.

                         

publicado por Sara V. às 10:00

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Domingo, 14 de Março de 2010

Imagina (meu amor)...

 

Tenho várias obras em execução, mas para já, aqui fica a última que brotou da minha inspiração visual e literária... e do meu íntimo. Primeiro escrevi, depois pintei. Decidi combinar e resultou assim...

 

 

 

Título: Imagina (, meu amor)...

90cm x 70 cm

Técnica Mista sobre tela (duas telas)

Ano: 2010

Sara 

 

Ok, agora alguns pormenores...

 

 

 

 

 

publicado por Sara V. às 11:15

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Segunda-feira, 25 de Janeiro de 2010

Primeira exposição de 2010

É com satisfação que inicio o ano a expor mais uma vez alguns trabalhos meus.

Desta vez, participo na exposição "AO REDOR DA PESCA", no Centro Cultural da Nazaré. A mostra colectiva está patente ao público de 16 de Janeiro a 7 de Fevereiro.

Visitem! Ainda vão a tempo...

 

 

E trata-se de mais um evento da ExpoArt's Molinero e da Galeria Virtual Da Vinci.

 

 

publicado por Sara V. às 16:42

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Domingo, 4 de Outubro de 2009

O que sai de dentro de nós

"A insustentável leveza do ser"

70 cm de A x 100 cm de L

Acrílico sobre duas telas

Sara - 2009

 

O meu último trabalho acabado.

Por vezes, há imagens que nos surgem concretamente e que nos despertam imagens que gravámos na memória. Imagens e não só, sons, sensações, cheiros, pormenores, detalhes.

Eu gosto de associações de ideias, de misturas de verdades e gostos que se unem fantasiosamente, criando uma imagem completamente nova que transmita a quem a ver o que quiser, embora para mim possa ter diversos significados. Para mim são vários quadros... Para vocês também o podem ser ou então apenas um.

Adoro o título do livro "A insustentável leveza do ser". Acho que é uma frase magnífica, sublime, bela, vaga e simultaneamente repleta. Faz-me pairar.

A noite... a iluminação... A forma como as luzes iluminam uma cidade cosmopolita é encantadora. Ao encontrar uma foto de Toronto, lembrei-me de que já lá estive... e que a noite vista de cima, perto da marina era linda...

 

publicado por Sara V. às 14:00

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Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

"Vouzelart'09"

 

Mal voltei... Já tenho um convite a fazer-vos!

Pois, amanhã, sábado, dia 3 de Outubro, por volta das 16 horas , é a inauguração de mais uma exposição colectiva em que participo (eu, Sara Vieira), a "Vouzelart'09". A exposição irá decorrer no Museu de Vouzela até dia 15 de Outubro.

Não poderei estar presente na inauguração mas espero que se puderem (e quiserem) a visitem. De certo, que será um tempo bem empregue... E os 24 artistas agradecem.

publicado por Sara V. às 16:47

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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

E ainda em simultâneo...

 

E digo em "simultâneo", porque - como sabem -, estou a participar numa mini colectiva na Galeria de Turismo da Nazaré até dia 9 de Setembro... Mas, entretanto, dia 5 de Setembro é a inauguração de outra exposição onde também poderão ver a minha obra e as obras de mais 31 artistas (entre eles a do meu amigo Miguel Fazenda) no Museu Regional de Oliveira de Azeméis.

A exposição que estará patente até dia 27 deste mês, abre as portas pelas 17,00 horas no sábado.

Bem... Estão convidados a visitar. Fica aqui o convite...

 

Desta vez não poderei estar presente na inauguração mas terei todo o gosto (eu e restantes artistas da Galeria Da Vinci) em que visitem esta exposaição, cuja curadoria pertence mais uma vez ao também artista plástico Kim Molinero.

publicado por Sara V. às 12:00

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Mini-colectiva na Nazaré

                             

 

 

De dia 31 de Agosto até dia 9 de Setembro participo numa nova exposição. Desta vez, é uma mini-colectiva. Eu (Sara Vieira) e mais dois artistas, a Margusta e o Nuno Duque, na Galeria de Turismo da Nazaré.

Poderão ver seis obras de cada um de nós.

Apareçam!

 

Deixo-vos a imagem das minhas obras (cinco das quais pertencem à minha série "Sobreposições I")...

 

Alma Ibérica

120 cm x 100 cm

Acrílico sobre tela

Obra distinguida com Menção Honrosa 2º Prémio-Grau Ouro

2009

(série "Sobreposições I")

 

A voz do Povo

100 cm x 80 cm

Acrílico sobre tela

2009

(série "Sobreposições I")

 

Cem anos de Solidão

95 cm x 75 cm

Acrílico sobre tela

2009

(série "Sobreposições I")

 

 

Sonho ou Ilusão?

90 cm x 70 cm

Acrílico sobre tela

2008

(série "Sobreposições I")

 

Os Deuses devem estar Loucos

90 cm x 70 cm

Acrílico sobre tela

2009

(série "Sobreposições I")

 

Quadro Azul ou Nostalgia

80 cm x 70 cm

Técnica Mista sobre tela (acrílico e pastel de óleo)

2009 

 

E deixo-vos, também, algumas fotos da referida exposição que já se encontra a decorrer...

 

publicado por Sara V. às 05:12

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Domingo, 16 de Agosto de 2009

Mais... outro...

 

"Os Deuses devem estar loucos"

Acrílico sobre tela (3 telas)

70 cm x 90 cm (+ 18 cm x 24 cm + 18 cm x 24 cm)

Sara - 2009

publicado por Sara V. às 15:00

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Sábado, 15 de Agosto de 2009

E...outro...

 

"Cem anos de Solidão"

75 cm  x 95 cm (+ 24 cm x 30 cm)

Acrílico sobre tela (duas telas)

Sara - 2009

 

publicado por Sara V. às 15:38

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